Situação do emprego durante a pandemia



Brasil tem mais de 25 milhões de desempregados e quase 20 milhões de desalentados

Durante o período de pandemia, uma parte significativa da população brasileira foi afetada pelo desemprego. Esse agravamento da situação pode trazer consequências muito negativas para muitas famílias que perderam suas rendas e estão na dependência total do Estado.

Recentemente, em torno de 25 milhões de pessoas estão na condição de desempregadas no país. Esse registro indica, também, que muitos desses cidadãos não procuraram emprego no último mês, devido à desmotivação resultante do isolamento social imposto. Esses dados foram divulgados por meio d e estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).



Nessa escala que abrange mais de 20 milhões de pessoas sem emprego no território nacional, em torno de 17 milhões não procuraram mais se recolocar no mercado de trabalho pela desmotivação (chamados de desalentados), seja devido ao alerta exagerado de pandemia de Corona Vírus (COVID-19), ou pela falta de oportunidades. E tudo isso ocorreu depois do surto pandêmico.

Portanto, desse total, cerca de 17,7 milhões de pessoas não se locomoveram para buscar trabalho, nos últimos dias do mês de maio. Isso provoca um verdadeiro rombo na economia. Esses resultados estão em plena conformidade os dados divulgados em recente pesquisa empreendida pela PNAD (Covid19), realizada via IBGE e sua parceria com o órgão do Ministério da Saúde.

Todos os números estatísticos anunciados na quarta semana do mês passado foram divulgados na última terça-feira, dia 16 deste mesmo mês de junho. Entretanto, os dados que compõem a pesquisa em cada Estado particular ainda não estão divulgados, isso se dará a partir do dia 24 de junho de 2020.



Deste modo, no processo de levantamento, esse mesmo grupo terminou por se unir a outro, que compõem 10,9 milhões de cidadãos que perderam seus empregos durante o período em que a pesquisa foi efetuada. O resultado indica que no mês passado (maio), o país atingiu a marca de até 28,6 milhões de cidadãos que desejam conquistar um trabalho efetivo, mas estavam esbarrando em muitas situações dificultosas para começar ou para retornar ao mercado de trabalho.

Deste modo, a taxa de desocupação no Brasil atingiu a escala de 11,4% ao fim do mês de maio.

Outra notícia importante:

O Brasil apresenta situação de 14,6 milhões profissionais afastados temporariamente de seus empregos, pela pandemia.

Portanto, entre os 84,4 milhões de cidadãos ocupados, conforme a estatística firmada na última semana do mesmo mês, foram registrados 14,6 milhões profissionais que estavam temporariamente afastados de seus trabalhos, em consequência do forçado isolamento social ou por férias coletivas, também forçadas, configurando um número de 17,2% do total de colaboradores.

Diante desse quadro, muita gente se sente desamparada, desmotivada. Recursos como o auxílio emergencial, ou Bolsa família, estão tendo intensa demanda. Essa situação está prejudicando a economia do país, ninguém mais dúvida. Portanto, as medidas de flexibilização e equilíbrio são necessárias para incentivar a população em desocupação a sentirem-se mais encorajadas a mudar esse quadro, dentro da responsabilidade com as normas de segurança.

Entretanto, ainda no mês passado um grande número de profissionais que estavam forçadamente afastados de seus postos de trabalho diminuiu, atingindo a marca de 1,8 milhões, do início para o fim do mesmo mês.

As pesquisas efetuadas por meio da mesma PNAD Covid-19 indicaram ainda que cerca de 8,8 milhões dos cidadãos ocupados estão atuando em modalidade remota (Home Office) desde a última semana do mês de maio. Esse número pode representar até 13,2% da população que ocupa cargos profissionais, que não estão afastadas de seus trabalhos por causa dos efeitos da pandemia.

O Home Office está ajudando muita gente. Mas, nem todos podem trabalhar desse modo. As pautas para tentar solucionar esse problema seguem.

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