La Casa de Papel – Estreia da temporada 4

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Conheça um pouco da série espanhola e saiba quais as novidades para a última temporada.

Os viciados em série que se preparem, pois vem aí a quarta parte de uma das séries mais assistidas no Brasil, alguém aí pensou em La Casa de Papel? Acertou!



Em tempos de quarentena, colocar as séries em dia virou quase um compromisso e aos que já tinham uma rotina programada com os personagens preferidos já podem anotar no cronograma que na próxima sexta-feira, 3 de abril, Rio, Tóquio, Nairóbi, Denver, Estocolmo, Lisboa e Professor estarão de volta.

A séria que é marcada por muita ação e violência vai estar um pouco diferente nesta última parte, pois a história cria um clima de suspense e um terror “psicológico” muito mais aflorado, fugindo um pouco da proposta inicial.

Além desse novo viés, o criador da série, Alex Pina, dá atenção a individualidade de cada personagem. Aos fãs que acham que já conheciam os vilões e os bonzinhos podem se preparar para uma grande reviravolta, inclusive há uma mudança inesperada entre os casais da trama.



A série que teve início com o roubo na Casa da Moeda da Espanha, ganha notoriedade em como o crime foi bem elaborado e onde todas as possibilidades já foram pré-meditadas pelo Professor.

Vilões ou mocinhos?

Na primeira temporada mesmo sem perceber acabamos torcendo para os assaltantes espanhóis, isso foi gerado a partir do vínculo criado com cada um dos personagens, mesmo vendo que na série, a população de Madri e de toda a Espanha está contra eles.

Porém, esse cenário muda na terceira parte e deve ser mantido na última, onde após o grupo de criminosos jogar dinheiro nas ruas de Madri a fim de despistar a polícia para entrarem no Banco da Espanha, e reivindicarem os direitos humanos que não estão sendo cumpridos no cárcere de Rio, a população também acaba ficando ao lado do grupo de assaltantes.

A última temporada

Após concluírem com sucesso o roubo na Casa da Moeda e a tentativa de roubo ao Banco da Espanha, a terceira parte da série mostra que o grupo foi dividido e cada um embarcou para um pequeno paraíso no qual vivia, sendo que a única determinação é que não houvesse comunicação entre os membros.

Entretanto, Rio não consegue ficar longe de Tóquio e acaba sendo pego por um deslize na comunicação. A última parte, então, tem início com a volta da união do grupo após a descoberta de que o amigo estava sendo torturado e a principal reivindicação é que os direitos humanos sejam exercidos dentro do cárcere onde Rio é mantido.

Para que a negociação seja feita, o grupo invade o Banco da Espanha, onde a reserva de ouro nacional está guardada, e lá fazem uma série de reféns.

A pressão pessoal em que cada criminoso vive faz com quem um dos assaltantes fique entre a vida e a morte e que um personagem importante se rebele contra o grupo.

O papel feminista da série

Um detalhe que merece destaque na série, em especial neste desfecho, é a participação feminina. Onde depois que o professor perde o controle da situação por questões emocionais e pessoais, Tóquio passa a liderar o grupo, e em diversos momentos há discussões sutis em que são abordados temas como sexualização do corpo feminino, maternidade e violência de gênero.

Esse debate aflora a luta de direitos feministas que estão acontecendo em contexto atual na Espanha, país onde a série foi criada e gravada.

Uma nova personagem na série chama atenção por ser uma mulher transexual que fala sobre aceitação e que se vai ganhando importância no decorrer da temporada.

Por Diana Diniz



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