Firefox Quantum – Novidades da Nova Versão do Navegador

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Saiba aqui as principais novidades presentes na nova versão do Firefox.

A Mozilla lançou nesta semana mais uma versão do seu famoso navegador, o Firefox. Repaginado e com novo visual, as promessas são de desempenho superior e uma resposta à altura para os outros navegadores, principalmente para o Google Chrome, que atualmente reina o mercado de navegadores para computadores.

Apelidado de Firefox Quantum, esta versão já estava em beta há alguns meses. Depois de diversas versões de testes, ele deve ditar o rumo que a Mozilla pretende para voltar a preferência dos usuários, tomada pelo Chrome desde seu lançamento. Naquela época, o Firefox era a principal alternativa ao Internet Explorer, que por anos reinou no mercado de navegadores. Apesar do Firefox nunca ter sido o navegador mais usado, ele trouxe diversas boas novidades, ofuscando o Opera, que era pouco usado, mas inovador desde sempre.

A promessa é de um consumo de memória menor. Segundo a Mozilla, o usuário sentirá um consumo de 30 por cento a menos na memória RAM, além do seu código ser pensado nos processadores de 64 bits, um ponto positivo, já que o Firefox era conhecido por não utilizar de forma inteligente a memória que consumia, ao contrário do Chrome, que por mais que consumisse muitos recursos, sabia usa-los de forma mais inteligente.

Na parte do visual, o navegador ganhou um novo ícone, além de uma nova interface. Abusando das cores mais claras, ele tem poucos ícones por padrão (voltar, avançar, home, atualizar, barra de endereços e atalho para o menu), deixando um bom espaço de sobra para abrigar as extensões instaladas pelos usuários. Além destes recursos, a extensão Pocket, que vem pré-instalada em diversas versões, continua nesta, possibilitando o backup de links para serem lidos posteriormente.

Para quem já possui o navegador instalado, deve receber esta atualização de forma automática. Aos que pretendem testar e usa-lo, podem fazer o download através deste link: https://www.mozilla.org/pt-BR/firefox/. O Firefox tem versões para Windows, Linux e Mac OSX.

O Mozilla Firefox é o primeiro navegador multiplataforma que conseguiu ameaçar o reinado do Internet Explorer. Sua primeira versão foi lançada no ano de 2004, suportando Windows, Linux e outros sistemas, beneficiando aqueles que preferiam alternativas a plataforma Windows. O Firefox também inovou, já que é um navegador de código aberto, diferentemente do seu maior concorrente, o Internet Explorer, que é de código fechado e vinha incluído no Windows XP, o sistema mais usado na época.



O Firefox tem alguns pontos fortes que o identificaram desde o seu lançamento. O primeiro é a personalização. Como é de código aberto, outros navegadores podem usar o Firefox como sua base, recebendo versões alternativas no Linux, por exemplo, tudo isto de forma bastante segura.

Por falar em segurança, continha menos vulnerabilidades, devido a facilidade de atualização do mesmo, sendo muitas vezes de forma automática, diferentemente do Internet Explorer, seu maior rival na época, cujas atualizações eram entregue apenas via Windows Update, não atingindo toda a sua base instalada, já que muita gente acabava desligando as atualizações.

Outro fator de destaque são as extensões, talvez o maior marco do Firefox em termos de recursos. Os complementos facilitavam a vida do usuário. Apesar do recurso hoje estar em navegadores como o Google Chrome, muitos ainda preferem as extensões disponibilizadas para o Firefox.

Para quem não quer se aventurar, a Mozilla disponibiliza uma versão com suporte estendido. Chamada de ESR, as atualizações de recursos demoram mais tempo para chegar, recebendo apenas versões de segurança. Esta versão é destinada para aqueles que querem mais estabilidade e para as empresas que desejam mais tempo para atualizar o navegador e dependem das extensões disponibilizadas para o Firefox.

O Firefox Quantum é uma estratégia para conquistar aqueles que migraram para outros navegadores, mas que desejam voltar ao Firefox, além de ser uma resposta ao domínio do Chrome e outros navegadores.

Por Leandrinho de Souza



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