Kiddle – Site de Pesquisa para Crianças

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Serviço bloqueia resultados com conteúdo sobre drogas, nudez e violência.

O Kiddle é a ferramenta de buscas destinada para o público infantil mais usada atualmente, ajudando a manter o controle do que as crianças acessam na internet, através de seus computadores. Esse recurso utiliza a tecnologia Google de pesquisas, entretanto, não é um serviço oficial da empresa. Além de possuir uma interface muito interativa, o mecanismo apresenta notícias, imagens e vídeos, mas se a criança fizer uma pesquisa imprópria, um aviso aparece na tela, sinalizando a inadequação.

Pensando em apresentar apenas conteúdos que sejam adequados para o público alvo, as crianças, o Kiddle pode ser acessado através do navegador padrão do computador ou em um aparelho móvel, pelo endereço www.kiddle.co. Assim que acessado, o site apresenta seu “mascote”, um robô animado. A página é visualmente agradável e colorida, mas está disponível apenas na língua inglesa. De acordo com o site do próprio Kiddle, nos resultados das buscas ocultam-se opções que podem levar a informações enganosas e também conteúdo adulto, como por exemplo, nudez, drogas, violência e os demais assuntos populares da internet que não são destinados ao público infantil.

As buscas apresentam também linguagem mais simplificadas do que a padrão dos sites de buscas, justamente para facilitar o acesso de crianças. Os 3 primeiros resultados sempre mostram páginas que são destinadas a crianças, todas conferidas pelos editores do Kiddle. A partir do quarto item, até o sétimo, são apresentados sites de conteúdo simplificado. Do oitavo resultado em diante, são apresentadas as páginas famosas, que de modo geral são escritas por adultos, mas analisadas pelo controle de filtros do Google Search.



Outro bloqueio proporcionado pelo Kiddle é o de “bad words”, ou seja, “palavras ruins”. Essas são censuradas, exibindo apenas um alerta na tela do computador. Essas palavras são temas considerados inapropriados como “sexo” ou até mesmo nomes de celebridades que estejam relacionadas a algum conteúdo impróprio, como “Playboy” e “Pamela Anderson”, por exemplo. Portanto, sempre que um assunto remeter a algo que a criança não pode ver, ela não terá acesso.

Carolina B.



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