Fim do Horário de Verão – O Que Fazer?

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Domingo, 19 de fevereiro, é dia de atrasar os relógios com o fim do horário de verão.

Conhecido por muitos como o terror para aqueles que acordam cedo, pois o céu ainda está escuro, há muitas queixas que esse padrão de horário acaba dando mais sonolência aos estudantes e trabalhadores ao longo do dia. Já para outros, basta um tempinho para se acostumar e então perceber que as tardes de sol ficam prolongadas, tornando-se um convite extra para quem pode aproveitá-las.

O horário de verão, no Brasil, é um assunto que gera discussão e polêmica no Brasil. Para o bem ou para o mal, dia 19 de fevereiro, no domingo, os brasileiros deverão atrasar os seus relógios em uma hora. A regra não vale para todos os Estados brasileiros e é estendida apenas para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, bem como, Distrito Federal.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o horário de verão é importante quando se trata de economizar energia. Isto é, como o Brasil encontra-se nesse período, na estação do verão, há grande incidência de luz solar nas regiões pouco mais distantes do sul da Linha do Equador. Dessa forma, os relógios são adiantados para que os cidadãos possam gastar menos energia elétrica, principalmente durante o horário de pico, em que estão voltando para casa. Essa economia é muito bem vinda para as usinas, pois dessa maneira podem se preocupar menos, caso haja ausência de energia e um possível colapso.



Os idosos e as crianças são os mais afetados por essas alterações realizadas no relógio. É bastante comum que desenvolvam alguns sintomas como humor deprimido, irritação, apetite alterado, cansaço e sonolência durante o dia. Todos esses sintomas podem ser encarados como uma consequência direta de uma hora a menos de sono.

Nas grandes cidades do país, o horário de verão não afetará no transporte, isso porque em São Paulo, por exemplo, o Metrô irá ficar uma hora a mais em funcionamento em algumas linhas, já em outras é preciso facar atento, pois o metrô passará no horário antigo. Esse sistema não será adotado apenas pelo Metrô paulistano, mas também pela CPTM, também conhecida como Companhia Paulista de Trens Metropolitanos.

Sirlene Montes



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